Ando vendo por aí

Onde errou Mafia III?

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Estou aqui jogando (sem muita empolgação) o jogo Mafia III, desde que voltei de viagem, pouco mais de 20 dias… Eu fiz de tudo pra ignorar as reclamações das pessoas em reviews e etc, porque eu sei que a galera gosta de reclamar, e aturei o tanto que pude até, finalmente, admitir pra mim mesma que todas as reclamações têm fundamento…

Então, onde exatamente errou o jogo Mafia III?

1 – Mundo aberto

Acho que o primeiro – e óbvio – erro do jogo foi desistir da história linear (que tanto fez sucesso com o incrível Mafia II) e criar um mundo aberto. Primeiro porque o mundo que criaram é morto. New Bordeaux não tem o mesmo charme e musicalidade de sua suposta réplica, New Orleans. Eu não me importo *muito* com os gráficos, porém é difícil perceber muitas melhoras entre o Mafia 2 pro Mafia 3… inclusive às vezes parece que o 2 é ainda mais bonito que o 3, o que não faz muito sentido.

Mafia 2

Mafia 2

Mafia 3

Mafia 3

Aqui vai uma foto real de New Orleans de 1963:

New Orleans

New Orleans 1963

A diferença gráfica entre o Mafia 2 e 3 é muito pouca. Mafia 3 se parece, de fato, com o que era Nova Orleans no passado, mas não tem a vivacidade, nem o apelo cultural e musical que a cidade tinha. Vou imaginar aqui que o lance da música é por causa de direitos autorais, mas sei lá… Apesar de ter atividades para fazer (sempre relacionadas a crime: traficar, roubar, etc), você as faz muito rápido e depois de um tempo, tudo parece muito igual e as coisas se repetem O. TEMPO. INTEIRO.

2 – Personagens Não Jogáveis

Os NPCs (Personagens não jogáveis) estão ali em pouco número, são quase iguais uns ao outros, são incrivelmente estúpidos e não adicionam em nada a cidade. Alguns interagem com você, alguns são racistas e alguns até falam francês (herança cultural, muito legal esse detalhe, btw).

Eu sei que lá em sessenta e pouco as pessoas tinham um estilo que pareciam iguais, mas sério, poderia não ter ninguém que não faria diferença… a única coisa que servem é pra chamar a polícia quando você dirige como um maníaco embriagado.

3 – Nada de divertido pra fazer

Eu não sei exatamente em que ponto do jogo eu tô, mas eu senti falta de coisas divertidas pra fazer. O que faziam as pessoas pra se divertir lá nos anos 60? E, digo mais, o que faziam gangsters para se divertirem naquele tempo? Corrida de carros, boxe, barraca de tiro, cartas? Sei lá, e dependendo do jogo, não vou poder vivenciar essa experiência (não agora, pelo menos). Bom, imagino que em Nova Orleans, berço cultural de músicas como Jazz e Blues, deveria ser interessante entrar num bar e encher a cara enquanto escutava umas músicas maneiras. Especialmente se você é um homem negro, constantemente perseguido por mafiosos e pela polícia, além de enfrentar imbecis de movimentos sulistas e segregacionistas. Por mais repetitivo que isso pudesse ficar com o tempo, em algum momento do jogo, seria legal pra quebrar a tensão do homem procurando vingança a qualquer custo, que é a história principal de Lincoln Clay (personagem principal e quem você joga).

Não seria divertido, embalados pela fama e talento de Muhammad Ali, nós víssemos rings e lutadores de Boxe nas academias e tal? Pô, acho que sim.

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4 – Inimigos MUITO burros

Cara, imagina que tem um monte de inimigos onde você quer matar um sub-chefe lá… tem, tipo, uns 40 caras. E você pode matar todos eles somente assobiando e atraindo-os pra o lugar onde você está… E aí fica uma pilha de corpos de NPCs num único lugar. Cara é uma coisa muito imbecil. A inteligência artificial desse jogo é ruim demais. Inclusive até os seus amigos são bocós. Tipo, a menina que pega o seu dinheiro (Consiglieri) e o cara que te vende armas e tal, eles vêm desembestados de carro na rua, às vezes param no meio da rua, tipo, muito discretos. kkkkk

Mas a história é boa demais…

…de modo que você tenta superar o fato de que com 1 ou 2 jogadas você pode (e, provavelmente, vai) matar todo mundo. O jogo tem uma história massa, mostrada como se fosse um documentário, as cenas com os personagens interagindo e descobrindo coisas sobre o Sal Marcano são muito boas, porra! A trilha sonora, claro, boa demais ❤️.

Como que você pega um jogo com tanta possibilidade e deixa ele MEDIANO 😠 ? Na posição de MEDIANO, o game não vale R$250 reais (ou os 60 dólares que gastei na gringa). Ele vale, tipo de R$100 – R$150. Qualquer coisa acima disso é gasto de dinheiro.

Nota 5 de 10.

Fui! Paz ✌️.

Minhas férias na Flórida (de novo)

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Parece que faz uma eternidade que não posto nada por aqui, mas tirei férias esse ano e resolvi juntar os freelas e economias pra voltar e voltar para o Sudeste dos EUA. Então fomos eu e minhas 3 tias para onde vão muitos brasileiros que querem gastar seus Temers em bugigangas que custam os olhos da cara por aqui nos tupiniquins, pra Flórida.

Dessa vez passei uma semana em Orlando e outra em Miami e pude realmente sentir a IMENSA diferença entre as duas. Cara, nem parece o mesmo país! WTF, ninguém nem fala inglês em Miami! Como é que pode?

Se quiser saber da minha primeira experiência lá, clica aqui.

Mas vamos lá, vou contar tudo o que rolou dessa vez:

A passagem aérea

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Vacilamos no ponto e perdemos o voo direto, recém estreado, de Recife pra Miami e acabamos comprando um voo com 3 escalas pela decolar.com. Escutem o que digo. SÉRIO. Não façam isso nunca na vida de vocês. Se tiver 1 escala só, beleza. 2, até que vai. 3? COISA DE GENTE MALUCA. Então, obviamente, foi o que fizemos. Observem o cenário real:

Ida: Recife -> São Paulo -> Santiago -> Miami.
Volta: Miami -> Bogotá -> São Paulo -> Recife.

Pra nunca mais, meuzamigo. Especialmente se você tem medo de avião. Especialmente se depois de 17 horas de voo você vai pegar um carro e dirigir 4 horas de Miami até Orlando. Especialmente se quando você chegar em São Paulo, pra pegar a porra da conexão, você tem que fazer a meia maratona. DISTANTE PARA CARALHO. ALÔ, SÃO PAULO, VAMO ARRUMAR ESSA MERDA AÍ.

Sobrevoando a Cordilheira dos Andes

Sobrevoando a Cordilheira dos Andes.

O hotel em Orlando

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Na mesma decolar, ficamos no mesmo hotel que quando fui com meu irmão em 2013, o resort Legacy Vacation Club Lake Buena Vista. Foi novamente uma ótima experiência, fora que esse lugar é perto de tudo. Como tem uma cozinha pequena, eu e minhas tias comíamos nossos lanches na cozinha, sentadas no sofá ou mesinha, enquanto debatíamos os acontecimentos do dia. A estadia foi bem tranquila, porém há uma taxa diária de U$3.99 dólares, que você paga (em cartão ou cash), quando você faz o checkout. Recomendaria novamente!

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O hotel em Miami

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Já em Miami, alugamos o hotel pela hoteis.com e ficamos no modesto Best Western Premier Miami International Airport Hotel & Suites… e não curti muito a experiência. Talvez porque fui mal acostumada a gostar de espaços separados e bonitos, como o Legacy, talvez porque no nosso último dia lá, notamos um MOTHERFUCKING BURACO DO TAMANHO DE UMA BALA que estava sendo feito lentamente na porta, perto do trinco.

O cara do frontdesk tentou enrolar a gente, dizendo que foi alguma funcionária da limpeza que bateu sem querer na porta e arrancou o pedaço inteiro da fucking madeira, mas, NÃO FOI NÃO, JOVENS. Mais alguns dias no hotel, e tenho certeza de que todos os meus investimentos (e das minhas tias) e madrugadas freelando seriam levados por uma pessoa qualquer. Tenho certeza de que quem começou a cavar o caralho do buraco voltaria para terminar o trabalho. Quero nem voltar a pensar nisso…

A internet no quarto varia de muito ruim a inexistente. Ficamos no terceiro andar. Talvez mais perto da recepção, a coisa melhorasse… mas não tem muita coisa nesse hotel que eu curti. A não ser o pessoal do frontdesk que sempre respondia minhas dúvidas e eram muito solícitos. As camas foram confortáveis, você podia (se quisesse), alugar filmes, enfim… Acho que o lance da porta me deixou traumatizada… vamos pro próximo tópico…

 O aluguel do carro

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Nessa viagem também descobri porque não podemos pagar direto pela Decolar.com o carro alugado! Porque quando chegamos lá as locadoras, tem cerca de 200 mil taxas que eles colocam em cima do valor do carro e você ao invés de gastar U$150 Obamas (esperançosamente hillarys, num futuro próximo), você acaba gastando U$250, U$300 (cada um). Viajei com 3 tias e tivemos que desembolsar U$250 cada uma! O carro era uma SUV GMC Terrain (muito maneiro de dirigir, aliás), e também pegamos um GPS muito ruim, que era um celular Galaxy Note 2 modificado, chamado de Travel Tab. Não recomendo muito não!

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Supostamente ele deveria vir com 60 minutos de ligações diárias e internet 4g ilimitada. O GPS foi a pior experiência de toda a viagem, nos perdemos 3 vezes em Miami (até acharmos a Turnpike, pra nos levar a Orlando – por um módico preço de U$16 dólares o pedágio), nos perdemos várias vezes em Orlando até eu decidir baixar o Waze no meu celular e usar a internet do GPS pra navegar tranquilamente pelas cidades.

Aliás, foi só por isso que pagamos U$250, senão seria bem mais. Reclamei do GPS e ganhamos desconto. Só usamos a internet do aparelho. Que, foi compartilhada entre as 4 durante todos os dias. Eu deveria ter reclamado mais, porque ninguém conseguiu fazer 1 caralho de ligação nessa merda. A única coisa que funciona perfeitamente é a internet 4G ilimitada. E você tem que deixar o aparelho sempre carregado, obviamente. Obviamente se alguém se afastar demais do GPS, lá se vai a internet… enfim, vocês entenderam.

Sim, basicamente levamos um fumo. Poderíamos ter pagado bem menos, mas está aí uma lição pra todo mundo. Vamos ficar ligados nessas taxas que eles empurram. Não aceitem, que vai sair mais barato.

Lidando com viagens em grupo

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Eu e minhas tias pegando o carrinho que nos levaria ao Magic Kingdom.

Há vantagens e desvantagens em se viajar em grupo, especialmente se esse grupo é sua família. Viajar em grupo é bacana porque você não fica sozinho, o divertimento é dividido entre todos e tudo fica mais divertido quando é compartilhado. As chances de crises de risos são muito altas e esses momentos são os que você vai guardar pro resto da vida. Aqueles momentos que sua barriga vai doer de tanto rir. Isso não tem preço. Você também não corre muito risco de ficar desamparado, caso aconteça algum problema. Tá todo mundo lá pra você e vice-versa.

Por outro lado, é complicado porque a pressão pra fazer algo (divertido) é muito grande! Cada pessoa quer fazer uma coisa diferente. Cada pessoa quer comprar um produto diferente e isso é um tanto estressante. Mas, se conversado, tudo pode ser resolvido. O lance é você administrar o tempo pra todo mundo conseguir comprar e ir pra onde quer (às vezes vai dar um problema aqui e ali), mas todo mundo pode curtir.

ORLANDO

Você gastando o que não tem, comprando coisas que não precisa em Orlando.

Você gastando o que não tem, comprando coisas que não precisa em Orlando.

Orlando está como me lembro. Cheia de verde. Cheia de turista nos outlets. Orlando é massa pra passear, pra sair, pra curtir e, principalmente, pra comprar! Bom de-mais. As estradas são perfeitas, não encontramos 1 buraco, tudo liso, o carro chega desliza.

Orlando é o melhor lugar pra você comprar, porque o imposto é mais barato e porque tem MUITO mais opção do que Miami. As minhas tias cismaram com a Victoria’s Secret, mas a Best Buy é, pra mim (óbvio), a melhor loja ❤️.

Tem o Wallmart Supercenter que é um mundo também… por exemplo, eu nunca tinha visto essas coquinhas gordinhas:

Tem dessas por aqui no Brasil?

Tem dessas por aqui no Brasil?

E, é claro, os parques. Dessa vez, como passaria só 1 semana, fui no Magic Kingdom e Universal apenas. Tinha muita gente. SÉRIO. MUITA GENTE. Achei estranho porque… Outubro é pra ter tanta gente assim? Quando fui com meu irmão, em setembro/2013, nem tinha esse povo todo. Quase não enfrentamos filas. Dessa vez foi um puta pesadelo… imagina essa doideira em Julho? Vixe, tenho pânico só de pensar. O Magic Kingdom ia fechar meia noite, então deve ter sido por isso que tinha tanta, mas tanta gente.

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A Universal (os 2 parques), ainda divertem mais do que os da Disney. Mais brinquedos com adrenalina, é mais pra quem curte uma acelerada no coração. A Disney é mais criança, mais família.

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Fui no Madame Tussauds e fiz aquela festa…

Resultado, cheguei em Miami quase lisa 😀 Por fim, uma foto da vista lá de cima da roda gigante do Orlando Eye.

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Miami

Enquanto Orlando é essa cidade turística, com rodovias grandes e coisas distantes. Cheia de lojas e outlets moderadamente distantes umas das outras. Onde você não vê muitas casas. Tipo, não tem gente andando na rua. Zero. Se pá, eu vi 5 pessoas na rua, nos 7 dias que fiquei lá. Tem muitos condomínios, hotéis e essas coisas… mas… Você não vê gente vagando por aí…

Já Miami é uma cidade bem viva. Não é feita de rodovias, são ruazinhas estreitas, com lugares com nomes como Little Havana, por exemplo, onde há uma pequena parte de Cuba. E nem tente falar inglês, porque não rola. Não dá pra entender o inglês dos caras, é melhor tentar desenrolar o espanhol. Miami é praia, restaurante e shopping. É o lugar pra ver gente, ver as pessoas trabalhando, vê-las no seu dia a dia.

A gente passou por uma rua linda, com aqueles casarões de gente cheia de dinheiro. TINHA UM CAMPO DE GOLFE NO MEIO DAS CASAS! Não paramos pra tirar foto, era o nosso primeiro dia lá, estávamos perdidas, inclusive, e não conseguimos voltar lá… mas cara… parecia outro mundo.

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Como toda cidade grande, Miami tem muitos problemas sociais. Desigualdade social muito grande, como por aqui. O que torna a parte de Miami Beach separada do resto. A discrepância é enorme. A quantidade de pedintes e moradores de rua também. Dá pra ver porque as celebridades escolhem Miami Beach. É muito bonito, muito diferente do resto da cidade. Cheia de gente de todos os lugares e bonitas. Lojas muito legais

Puta negócio chato é o tal do parquímetro, viu. Toda rua de Miami (que não sejam estabelecimentos e shopping centers), tem parquímetros. São carinhos, chatinhos e, provavelmente, vai ter deixar noiado. Porque você vai botar umas 2h de dinheiro (6 doláres) e aí vai ficar pensando no tempo do relógio passando e você levando multa por causa do tempo que acabou. Ou talvez só eu pense nisso,  sei lá. Eu sou muito noiada.

Achei que Orlando tinha mais opção, tanto de lugar pra ir, quanto de coisa pra comprar. O único shopping que verdadeiramente gastei meu dinheiro em Miami foi o Sawgrass Mills, que nem fica em Miami, fica perto, em Sunrise, de Miami pra lá, dá mais ou menos 45min – 1h.

Imagem do: http://www.miamieflorida.com.br/sawgrass-mills-mall

Imagem do: http://www.miamieflorida.com.br/sawgrass-mills-mall (link na imagem)

Mas é isso, Miami é cor, gente (que não fala inglês), restaurantes com o preço mais ou menos. Passear (mesmo que de carro), pela cidade é muito legal (e lento – trânsito horroroso – mas, ei, eu sou de Recife, que posso falar de trânsito?).

Eu recomendaria a visita as duas cidades. Recomendaria também que vocês levassem menos coisas de casa na bagagem, porque quando chega lá você não usa tudo e ainda fica puto que poderia ter sobrado mais espaço pra você comprar paradas desnecessárias pra você. Tipo quando tivemos que comprar 1 outra mala pra colocar as paradas… isso também aconteceu na minha viagem anterior, mas eu custo muito a aprender com meus próprios erros.

Façam o que eu digo, não façam o que eu faço.

Até a próxima! ;*

O Kindle me fez voltar a ler como antes

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Oláááár. Há algum tempo eu vinha lidando com uma estranha falta de interesse com relação a leitura. Até agora não sei qual foi, mas tinha tentado de tudo. Comprei livros legais, livros de games, livros que eu gostava quando era mais nova, nada dava certo. E eu lia bastante antes. Então, como último recurso, resolvi comprar um leitor digital.

Por um momento fiquei pensando se voltei a curtir a leitura ou se tô lendo freneticamente porque o e-reader é caro pra cacete e queria fazer valer meu dinheiro… Como não tem lado ruim em se ler freneticamente, vamos continuar com o post sem pensar muito na grana que você precisa desembolsar pra ter uma belezinha dessas. Diferente de tablets, e-readers, como o nome sugere, serve unica e exclusivamente pra você ler. Sem distrações.

Numa busca minuciosa nas interwebs, descobri os principais leitores: Kindle Paperwhite, Kobo e Lev.

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Os três me pareceram muitos bons, vi alguns vídeos e li algumas matérias de comparações. Mas não teve jeito, disparado se encontram os e-readers da gigante Amazon. O touch é melhor, a leitura é melhor, a iluminação é melhor, dicionário, Wikipedia, marcar palavras e destacar frases, bom espaço pra 2k livros… enfim, Kindle Paperwhite não é barato (R$479 é uma grana!), mas é um aparelho lindo, pequeno, fino e que não cansa a vista. E-books também são, na maioria das vezes, mais baratos que livros impressos.

Mas chega de propaganda, o que quero dizer é que o leitor digital me devolveu a vontade de ler. Parece dramaticamente exagerado, mas é real. Sei lá, será que estamos tão acostumados com telas que estamos deixando de ler livros impressos porque nosso cérebro já se acostumou melhor com telas? Sei que tem gente que dorme e acorda com o celular ligado, mas também sei que a maioria das pessoas nem lê o textão do Facebook.

Eu não sei qual é a lógica, mas desde o começo do mês, já li 3 livros maneiros e minha lista de leitura só aumenta. Chego em casa já com vontade de ler. Passo 1h, 1h:30h jogando alguma coisa. Umas 2h estudando e o resto do tempo, eu leio.

Por isso resolvi escrever esse post e compartilhar esse sentimento estranho… E fica a pergunta: o que aconteceu comigo também acontece com vocês? Vocês lêem menos livros impressos do que antes? Será que essa onda vai passar *engole em seco* ?

Me ajudem a entender o que táconteseno.

O que sabemos sobre a nova temporada de Gilmore Girls até agora

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Pra você que resolveu fazer a maratona de Gilmore Girls na Netflix e que já deve ter terminado ou estar perto de acabar a sétima temporada (que aliás, todo mundo fala mal), a Netflix (SUA LINDA!), revelou faz algum tempo que vamos ter mais alguns episódios e voltaremos a Stars Hollow pra acompanhar mais alguns dias na vida desse povo que fala rápido pra caralho e se você vacila cinco minutos, fica viajando.

A história vai se passar 9 anos após o último episódio da sétima temporada e durar apenas 4 episódios. Acompanharemos mais 1 ano na vida das Garotas Gilmore e cada episódio remeterá a uma estação do ano:  Primavera, Verão, Outono e Inverno. Cada episódio com mais ou menos 90 minutos.

Infelizmente o ator Edward Herrmann, que fazia Richard Gilmore, pai da Lorelai, acabou falecendo em 2014 e isso também vai influenciar na história. Agora vamos saber quem volta para reprisar seus papéis:

lorerai rory emily

lane luke sookie

chris logan taylor

paris miss-patty michel

kirk jesse doyle

dean babette april

Os integrantes da banda da Lane, o Hep Alien também estão de volta:

Também podemos esperar os gêmeos da Lane. Um novo casal (peruano), Berta e Alejandro, a mãe de Lane, Sra. Kim, Gypsy (que conserta os carros), Andrew (da livraria), Diretor Charleston (do colégio Chilton), Reverendo Skinner, Sophie Bloom (da loja de instrumentos musicais),  Jackson Belleville (marido da Sookie), o trovador da cidade, Paul Anka (o cachorro, não o cantor),  Caesar (cozinheiro do Luke’s), os amigos de faculdade do Logan: Finn, Colin e Robert, Morey Dell (marido da Babette), Tom (o empreeiteiro), Mitchum Huntzberger (a pior pessoa) e espero não ter esquecido de ninguém importante!

Um resumo, pra quem já acabou. De acordo com as fotos, Rory virou professora, Lorelai continua com Luke, Stars Hollow continua a cidade com mais gente peculiar por m². Aqui estão as fotos:

Só precisamos esperar até o dia 25 de novembro. Enquanto isso, podemos ir fazendo e refazendo as maratonas.

Prepare seu coração, esse post tem imagens ridiculamente fofas de preguicinhas órfãs resgatadas

Tem um instituto na Costa Rica responsável por cuidar de bebês preguiças órfãs.

Sam Trull, co-fundadora do Sloth Institute, tem ajudado preguicinhas a voltar para as florestas desde 2013.  O instituto tem 3 objetivos:

  1. 1. ESTUDAR sobre preguiças em cativeiro e na selva;
  2. 2. COLABORAR com outras instituições ao redor do mundo;
  3. 3. EDUCAR para gerar e disseminar informações responsáveis sobre preguiças para o público

Sam também disse que ama as preguiças porque elas ficam na delas. Quem não amaria um bichinho que só quer comer suas folhas, relaxar no sol, receber um ventinho e se coçar? Ela diz que elas também são muito curiosas e brincalhonas. São as coisinhas mas adoráveis que ela já viu.

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Essa é  a Sam com uma preguicinha:

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Essa é a Kermie, que inspirou a Sam a começar o projeto:

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Outra preguicinha acrobática sendo a coisa mais fofa

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No Instituto, eles usam uma técnica que permite que as preguiças se acostumem com o clima da selva, antes de soltá-las de volta

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Não dá pra ser mais fofo do que isso:

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As preguicinhas precisam de árvores, mas não pode ser qualquer uma e tem que ter árvores o suficiente.

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“Elas precisam de uma floresta saudável”

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“Alguns negócios roubam preguiças da selva para que turistas as toquem e elas acabam morrendo de stress”

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“Para uma preguiça estar perto de seres humanos apenas aparar uma árvore pode levar à morte, ainda mais cortar uma árvore inteira”

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“Além do mais, humanos vem com eletricidade, fios, carros, cachorros… ”

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“…todas as coisas que afetam a vida dos animais selvagens, mas em especial as preguiças porque elas não têm a habilidade de fugir do perigo ou atravessar uma rua rapidamente.”

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“As pessoas podem ajudar sendo turistas responsáveis”

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“Quando estiver visitando um país com preguiças, nunca pague para tirar uma foto, segurar ou fazer carinho numa delas”

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Cada um fazendo a sua parte!

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Você pode comprar o livro SlothLove (impresso ou e-book) e ajudar com o projeto da Sam!

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<3 meu estado de espírito nesse momento:

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fonte: BoredPanda